SINOPSE
Luiz Santos Evangelista. Luiz Evangelista: o goleiro que já nasceu campeão.
Nasceu em Coité do Noia e, aos cinco anos de idade, foi morar em uma propriedade de seus pais em Cassimbas. Devido à seca do lugar, saiu de lá aos sete anos, vindo morar em um sítio na histórica Cana Fístula. De lá, mudou-se para a Avenida Rio Branco, onde passou a maior parte de sua vida.
Começou a jogar bola nos intervalos das aulas na Escola Adriano Jorge, ainda no ano de 1943. Depois, migrou para o Instituto São Luiz, onde foi aluno dos professores Pedro Reis e Claudenor de Albuquerque, ex-deputado estadual. Nas horas vagas, assistir a filmes nos cines Leão e Trianon era uma de suas diversões.
Em 1950, começou a jogar como profissional. Inicialmente meia-esquerda, logo assumiu o posto de goleiro no time do Ferroviário. Em 1953, foi o goleiro campeão do ASA, onde jogou até 1957.
Ainda na juventude, trabalhava no Armazém São Domingos ao lado de seu pai, Domingos Evangelista da Silva, eleito vice-prefeito na época do prefeito Francisco Pereira Lima. Lá, vendiam-se cereais e estivas. Foi almoxarife da Souza Cruz, empresa beneficiadora de fumo oriunda de Salvador. Foi também sócio-fundador da primeira empresa de telefonia fixa de Arapiraca e sócio de seu irmão, Dorival Evangelista, no Armazém Irmãos Evangelista.
Casou-se, primeiramente, com Maria Salete Graça Leite, com quem viveu por três anos. Depois de alguns anos solteiro, apaixonou-se à primeira vista por Nizete Ferreira de Albuquerque Evangelista, da tradicional família de Limoeiro de Anadia, tia dos deputados Antônio Albuquerque e Nivaldo Albuquerque.
Atleta campeão do glorioso ASA, comerciante destacado e membro das famílias Félix e Evangelista — tradicionais na terra de Manoel André —, Luiz Santos Evangelista, o “Luizinho” Evangelista, é uma relíquia viva e uma das raízes alvinegras de Arapiraca.
FICHA TÉCNICA
Idealização e direção Ricardo Nezinho | Entrevistado Arapiraquenses, 6ª Edição | Entrevistador Aldo CS | Local da gravação Arapiraca/AL | Data de Lançamento 17 de outubro de 2021 | | Produção executiva Ricardo Nezinho, Sandro Ferreira, José Sandro, Aldo CS, Davi Salsa | Historiador José Sandro | Diretor de Produção Aldo CS | Filmagem e Fotografia Sandro Ferreira | Técnico de som Sandro Ferreira, Cledivaldo de oliveira | Colaboradores Isve Cavalcante, Fábio Barros, Bruno Nunes, Suely Mara Lins Melo | Projeto gráfico Duende CS | Trilha de abertura Marcos Sena, Jovelino Lima | Artista plástico Marcelo Mascaro.